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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Dos sonhos




Cresceu e não apareceu,
Permaneceu com sonhos, mas outros,
Perdidos, despidos de romantismo,
Abraçados pelo medo do fracasso
Que, de fato, não os alcançaram... ainda.

E o amanhã, sempre longe,
Vem mais perto, mas não se deixa pegar...
E eles mudam, variam, não permitem que a felicidade chegue!
Sempre, sempre, sempre falta.
Falta ar, paixão, metal, ternura, sossego...

E a dor por sofrer por tão pouco
Não é tão grande quanto o sofrimento
Amenizado pela dor pelo outro
Sufocada pela dor egoísta de se ter o que se deseja,
Mas não sabe ao certo o que é.


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